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Resenha de Meninas bonitas não são para casar, por Jeh Asato do blog: Meine Liege


Recebi essa resenha da queridíssima Jeh Asato, do blog: meine-liege, um dos blogs literários mais bacanas que tenho visto pela blogosfera. Fiquei muito contente com essa parceria porque ademais de bons papos insanos via Facebook (com direito a palavroes palavrinhas em alemão), rendeu-me uma amizade muito especial no Mato Grosso do Sul.
Jeh, parabéns pela amabilidade com que trata seus leitores e o carinho doce que tem para os escritores.
PS1: People Pipou!!!! O que foi essa foto da Jeh vestidinha de noiva??? Hahaha Amei demais!!!!!!!!! Vai permanecer para posteridade aqui no Boutique de Ideias, com toda certeza!!!!!

PS2: Está rolando a promo do livro no MEINE LIEGE, para participar, dá um click AQUI!!!!!!!!!!!!!


PS3: Bye Bye

Piratinha,
Liebe Grüße aus Weimar von Geyme.
Danke, Küsse und Bis dann!!

******************
É com muito prazer e alegria que trago mais uma resenha de uma autora parceira do blog Meine Liege. Geyme Lechner, autora do livro Meninas Bonitas Não São Para Casar mudou minha visão de literatura nacional moderna e me levou para o Brasil que até então eu não fazia questão alguma de conhecer. Conheça a obra desta autora!
*-*
Livro: Meninas Bonitas Não São Para Casar  
Autor: Geyme Lechner
Ano: 2009 
Sinopse:
Chapada Diamantina, 1951. A vida de Roberta abre os capítulos que estão para nos tirar o fôlego. Uma adolescente recatada, odiada pela irmã e desprezada pela mãe e que sofre abuso sexual por seu próprio pai, sinônimo de embriaguez. Uma família cheia de problemas e ainda assim, tentando manter a pose de “família socialmente bem vista”. Sem suportar a inutilidade de sua mãe para resolver os problemas, Roberta vai embora para o Rio de Janeiro cuidar de sua nova vida.
Enquanto isso, Getúlio Vargas está enfrentando seus oponentes, antigetulistas e os jornais que estão contra seu governo.
Novos protagonistas aparecem na história, homens e mulheres que tomam a história em capítulos alternativos, interligando-se uma hora ou outra. Os ambientes alternam, os anos se passam e Roberta enfrenta o Brasil na sua era machista, infelicidades amorosas, preconceitos e a insanidade que nos persegue.
Meninas Bonitas Não São Para Casar retrata, de modo geral, a mulher que muitas vezes não conhecemos outrora.






“Mulheres são todas iguais! (…) Somos diferentes até certo ponto, às vezes, essa diferença é tão somente física, algumas mais baixas, outras mais gordas, umas mais ruivas e outras mais tolas. Quando se trata de sofrer, somos todas iguais: nossa debilidade frágil, nossa vulnerabilidade é nossa impotência.”

Imagino que todos que veem a capa deste livro, imaginam um romance água-com-açúcar em que seguimos de forma descontraída a vida de meninas que vão aprender algo sobre o casamento. Lições de vida, de amor, essas coisas. Nada muito forte. Nada também muito banal.
Ao contrário do que parece, Meninas Bonitas Não São Para Casar é um romance forte, sem pudores ou qualquer indireta. Retrata de forma brusca a vida de mulheres em meados da década de 50, que muitas vezes imaginamos que eram todas “coitadinhas”... Aqui, a coisa é totalmente diferente.

O livro abre com a história de Roberta, uma adolescente que vive na Chapada Diamantina, 1951. Tem uma irmã, uma mãe totalmente submersa ao seu próprio ego e um pai que se abraça ao álcool. Para qualquer um, Roberta não passava de uma adolescente sem gracinha, mas Luciano se apaixona por ela. Não bastasse isso, sua irmã morre de invejas pela garota ter conquistado o fazendeiro da Chapada. Encontramos no capítulo a essência da comida baiana, o candomblé e o forte tema do abuso sexual.
Estuprada pelo próprio pai, mal amado que não encontra mais prazer em sua mulher, Roger encontra-se embriagado e alucinado, buscando na filha o sexo de sua esposa. Sem conseguir encarar essa realidade, Roberta busca ajuda na verdade, mas o que lhe resta é ir embora de sua própria casa. Seu destino: Rio de Janeiro.

Daniel é um cara que sabe mentir, sabe enganar e vive de roubos, furtos que tem feito durante sua vida. Alguns anos de prática ajudam. Sua infância não foi das melhores, vendo seu pai trabalhador morto ao lado do melhor amigo em um bar, na tentativa de ajudar um desamparado. Com o tempo, Daniel encontra no roubo, nas mulheres e no dinheiro, a forma de ser feliz.
Clara é uma viúva que, por destino, envolve-se com Daniel e este é forçado a se casar com ela (como disse, pela força do infeliz destino). Uma personagem forte e ao mesmo tempo fraca. Submissa a qualquer elogio de seu marido e tentada a conquistar tudo, absolutamente tudo o que quer.
Os personagens (Roberta, Clara, José, Daniel, Rafael, Giane, Samuel, Getúlio Vargas, etc.), variando de capítulos e cidades (Chapada, Rio de Janeiro e Minas Gerais), vão se interligando, se conhecendo e formando uma história trágica, cheia de fortes sentimentos, impulsos, malícias, desejos e traição. A corrupção, o governo Vargas, o Brasil do samba, da bossa nova, o cenário ideal para histórias que não vêm para o bem.
Nunca duvidei de que as mulheres sempre foram tentadoras, de que sempre souberam aproveitar seus dons e suas malícias mesmo sem ter o direito de esbanjá-las publicamente. Cada personagem busca e encontra meios de se renovarem, de conquistarem e de encontrarem a fórmula do escape. Enquanto os homens vivem na certeza de submissão, as mulheres estão maliciosamente à frente de seus homens, sem que os mesmos percebam.

Eu gostei muito do livro. Choquei com muitos trechos, muitos acontecimentos, e principalmente vi o que uma mulher é capaz de fazer quando quer alguma coisa ou alguém. Uma leitura recomendável para maiores de 16 anos ou para aqueles que sabem discernir um bom romance!
O que fez o livro perder uma estrela, em minha opinião, foi apenas a questão de diagramação do livro, erros ortográficos que atrapalhou a leitura. Sabem aquele “enter” que a gente encontra em um capítulo, quando o autor começa a falar de outra coisa ou de outra pessoa? Esse “enter”, por incrível que pareça, ajuda muito na hora da leitura. Senti falta desse espaço porque hora eu achava que era o mesmo personagem, hora achava que era continuidade da mesma história. Fiquei muitas vezes nessa dúvida e às vezes tinha que voltar a leitura para acompanhar o novo passo.

A autora está com uma editora para o livro e a mesma história será lançada com outro nome, outra capa e com um final diferente. O livro Anjos em Pecados será o novo Meninas Bonitas Não São Para Casar.

17 comentários:

  1. Uhul Jeh! \o/
    Sua resenha foi ótima! Já li ela ontem direto do Meine-Liege .. e quero esse livro! u.u ' haha

    Beijos.

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  2. Geyme, como sou fã numero 1 de Meninas bonitas não são para casar, não podia deixar de ler essa resenha e comentar. Ficou muito boa mesmo, (resultado de uma excelente obra literária) , não podia ser diferente o resultado, né? Parabéns! Mil beijos, querida!

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  3. Adorei a resenha, tenho muita vontade de soltar spoiler do livro a torto e direita, huauauaua, mas sei que você não iria gostar e nem os leitores que ainda não leram a obra, então, vou ficar quietinha… Amei tudo aqui, a resenha, a foto, e claro, principalmente o livro, que é louco, pirado, demais! Beijos, beijo e beijo!!

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  4. Poxa, fiquei com inveja da Jeh, por que eu não tive a ideia de tirar uma foto com véu e grinalda antes pra ficar aqui coladinha no blog com você?? Ah se inveja matasse, hahahaha Te love you!!!

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  5. Kkkkkkk EU PENSEI O MESMO!!!!!! Ge, ainda dá tempo de tirar uma foto vestidinha de noiva??? Please, amei demais (a foto ficou maravilhosa e a resenha supinpa)!!!!!!!! Eu conheço o livro e não canso de recomendá-lo! Ah, mas você já sabe que sou a sua sombra, né?

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  6. Se eu não tiver minha foto aqui vestida de noiva, morro!!!!!! isso vai virar caso de polícia, to avisando, hahahaha
    Já fui lá no Meine Liege queixar-me dos meu desejo e relatar minha inveja, huauauauaua (To rindo, mas é sério, viu!!)

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  7. Parabéns à Jeh pela brilhante resenha. E a você Geyme é só reiterar. rsrs. Vida longa e sucesso muito, menina talentosa. Meu abraço. paz e bem.

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  8. Isso fica para os talentosos como a Jeh, que se aplicam em fazer resenhas e deslanchar em verbos seus belos e lidos textos, a foto está ótima mesmo é de prima todo o cenário luz e profundidade de campo.
    Parabenizo a Geyme pela parceria e por postar a essência dela, esperamos que tenhas passado o páscoa com amor e paz.
    Abraço

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  9. Estou começando um blog sobre livros, onde irei colocar resenhas de livros que li, fazer sorteios, indicar livros, anunciar lançamentos e gostaria de fazer uma parceria.

    Meu blog: www.coffeebook.blogspot.com

    Aguardo resposta.
    Obrigada.

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  10. Passando para dizer que esta postagem foi de tirar o fôlego.
    Eu ainda não li teu livro, mas vou tratar já de adquiri-lo pois com esta sinopse fiquei ainda mais curiosa.
    Um grande abraço, menina

    Ah! Vou lá conhecer o blog da Jeh!

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  11. Oi Geyme
    deu muita vontade ler o livro que só pelo título já enche de entusiasmo rs
    nos proximos sorteios vou ficar atenta, quem sabe?
    parabéns as duas autoras- do livro e da resenha.
    Uma excelente leitura.
    beijinhos

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  12. Gostei do seu blog! Estou seguindo!

    Abraço

    Marcelo Vinicius

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  13. Bom dia.
    Estou lhe seguindo e voltarei depois, para ler com mais calma.

    Um grande abraço.
    Maria Auxiliadora (Amapola)

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  14. Olá pessoal!!!

    Primeiramente quero agradecer a todos pelos comentários e por terem gostado da resenha!! Fiquei com muito medo de estragar a obra da Geyme com minhas palavras mas acho que consegui atingir meu objetivo!!!

    E girls, ainda dá tempo de tirar fotos com véu e grinalda com o livro!! Quem sabe a Geyme posta as fotos aqui?? ;)

    Beijos!!

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  15. Adorei, amiga linda, su-su-su-su-sucesso!!!!!! A próxima foto é minha, huhuhu T love you!!

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  16. @Jessica Asato:g huhu Jeh!!!! É nóis na fita!!! Obrigada a vc pelo carinho e a todos que comentaram aqui e que acompanham o meu "brogue"! Nao vou responder cada comentário, pq acabei de instalar esse aplicativo de respostas, e meu sobrenome é preguica!! haha Beijo grande para todo mundo, com muito carinho!!!!:q

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  17. Geyme, ainda não li o seu livro, mas desconfio que você não brinca em serviço. Sou também autor da Livronovo "1000 palavras que[...]". Espero poder ler seu livro em breve.

    Abraços.

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1. Está vetado o linguajar muito sacana ou ofensivo - salvo exceções bem aceitas, do tipo: xingar o próximo (isso pode!).

2. Se quiser delirar, procure a torcida do flamengo, pois de sacana aqui já basto eu!

3. A gerência de marte agradece a compreensão!

Boutique de Ideias

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Qualquer semelhança desse blog com a realidade, é pura cagada.

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