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Ainda em Bangkok, com um pouco de putaria…

Pat Pong, bairro nobre do ping-pong em Bangkok
Estou de volta para seguir com a via-sacra em Bangkok, em nossos primeiros dias na Tailândia! Geyme Lechner, o retorno do Titã!
O segundo transporte público que conhecemos nessa crazy creisi cidade foi o marítimo. Os barcos ficam no porto e saem de minuto em minuto, pegando e levando passageiros de parada em parada, iguaizinhos aos buzões de nossas cidades comuns. O casal idiota saiu numa parada qualquer, mortos de fome, com o estomago colado nas costas, onde havia um mercado gigante de peixes e pequenos restaurantes. Esfomeados, depois de deixar o barco, sentamos num “restaurante” bem simples, parecidos (embora diferentes) com esses “mata-peões” de terminais. Pedimos um prato de qualquer coisa, que chegou trinta segundos depois. O prato era de plástico, assim como os talheres, a garçonete que nos trouxe o rango estava descalça e quando largou o prato na mesa, deixou a marca de sua digital no meu prato de plástico (dessa vez não estou exagerando!). Havia um polegar preto no meu prato de comida! Mas eu não quis bancar a nojentinha e comecei a comer o que havia recebido (pior que estava gostoso pra burro), tentando não reparar os sete gatos que passaram correndo por debaixo dos nossos pés até à cozinha, o guardanapo que era um rolo de papel higiênico “esfola rabo” (nesse caso, “esfola boca”) e que a mesma garçonete que nos atendeu, estava sentada em uma cadeira perto de nós, cavoucando qualquer coisa na unha do pé (descalço). Bem, sobre o banheiro não comentarei (mas vou deixar uma fotinha, hehe), foi preciso muita coragem para entrar nele, e mais: Ser muito fêmea para bancar o homem e mijar fazer xixi em pé, num incrível malabarismo, usando a arte sobrenatural de lutar para não molhar as próprias calças (bem, eu não consegui! Sim, fiz xixi em pé, mas não sai de lá completamente seca), ademais, adivinhem quem estava olhando para mim, nem bem entrei no Toalete? Uma barata!
Na frente do nosso hotel, às 18 horas, começou um movimento intenso de trabalhadores armando barracas e feiras. Claro, que Mrs. Lechner quis conferir o que vendiam por lá e correu para xeretar as novidades da moda e toda e qualquer bijuteria e parafernália que mais existisse. Para nossa surpresa, nem bem adentramos dez passos na muvuca, aos arredores vimos portas abertas e placas que identificavam os negócios bastante lucrativos: clubes de dançarinas peladonas, strippers, casas da luz vermelha, massagens eróticas e Pussies de todo estilo, para todos os gostos (Sweet Pussy, Big Pussy, Super Pussy...). Para quem não sabe, “Pussy” é o pior nome em inglês para “vagina”! E aí, já imaginou um codinome (muito grosseiro) em português para o órgão sexual feminino? Pois é, isso é Pussy! Meu marido (cagalhão) quis correr de lá, pois todos nos ofereciam algo (sim, havia mercadoria para atender o publico feminino também). Eu queria dar uma espiada, mas o conservador do maridex disse que eu estava louca. Antes de abandonarmos o local, negociei um vestido oriental nas tendas. Particularmente, achei o vestido bárbaro, digno de colocar inveja em qualquer princesa, mas lá estava o bom cônjuge, chamando-me novamente de louca por querer comprar algo tão espalhafatoso, alegando que ele deverá se vestir de Cowboy quando eu resolva usá-lo. Bem, é claro que não dei ouvidos à torcida do contra e comprei o vestido (magnífico), ainda sem saber em que ocasião poderei estreia-lo... (alguém por aí tem uma festinha em vista para me convidar?).
Ao sair do Pin-Pong, in Pat Pong, o hiper mega turístico point de Bangkok, caímos na avenida e sentamos num barzinho que dava de cara para a rua, só para tomar uma cerveja. Quando a garçonete nos atendeu, pedimos duas Singha (cerveja Tailandesa) e a safadinha sugeriu ao meu marido (num inglês muito ruim que me deixou boiando): “Se você quiser alguma coisinha especial e gostosa, são 500 Baths para “x&@§$x?!” e 300 para “f...!”). Olha que maravilha! Você pede uma gelada e é ofertado com uma “ostra”!
Como a tonta aqui não entendeu direito, tudo que pude fazer foi sorrir e agradecer, muito simpaticamente...

Fotos aos leitores, pois eu aumento, mas não invento!!!!


Transporte marítimo em Bangkok

O pseudo guardanapo...


O atraente banheiro
Muito convidativo, na foto nao parece tao feio...


Ainda no banheiro...
Menú de "Pussy"

A avenida, foto tirada da janela do hotel, antes das 18 horas

Ping pong de Bangkok

Dava pra ver desde a janela

A Singha desce redondo como a SKOL!!

17 comentários:

  1. Oi,minha querida amiga! O Brasil está se tornando uma beleza. rsrs, pelo menos no aspecto vigilância sanitária e exceto nos banheiros públicos , pois esse daí tá até mais ou menos em relação ao que se vê por aqui.

    Mas, Geyme, esse passeio foi por esses dias? Eu vi uma reportagem no jornal ontem à noite sobre chuvas torrenciais aí em Bangkok!!! Espero que não tenha estragado sua aventura.

    De qualquer forma curtir os seus relatos de turista é bom demais e cuide-se bem. Abração.

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  2. Ja ja que tal experiencia gastronómica.

    oye ese lugar Super Pussy ha llamado mi atención ji ji. Habra que dar una vuelta por ahi alguna vez ji ji. Leyendo el menu de Pussy, suena tentador.

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Ahh! minha querida amiga, como é bom ler seus relatos, sua estórias e histórias! rsrs
    Não sei qual foi sua intenção ao relatar suas aventuras, se incentivar a curiosidade ou o inverso; falando por mim, creio que só fez atiçar a curiosidade e vontade de conhecer Bangkok!
    Creio que tenha muito mais ainda que falar, e estou ansioso pela continuação dos seus relatos de viagem! rsrsrs

    Abraços para o maridão e beijos pra ti!

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  5. Olá, Geyme. As fotos fazem jus ao seu impagável texto. Inseri o link no BB.

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  6. Ficamos a espera de uma estória com relatos falando da sua viagem magestralmente contada com graça e singeleza, mas, o que lemos foi uma verdadeira via cruces de até arrepiar.
    Moderando e vendo as imagens, não ficou tão feio como os nossos cantos aqui na terrinha, só temos mais higiene que por lá, pois aqui não vemos garçonetes com mão com unhas sujas, risadas.
    É fanmtástica as suas histórias curriqueira de uma turista Brasialemanha.
    Ps.(sobre licença paternidade) Realmente aqui em nosso país temos muito que aprender com os países mais desenvolvidos, e olha estamos chegando lá, mas, devagarinho igual as tartarugas.
    Abraço

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  7. hoy hay cine peruano, hacia la noche publicare en mis dos blogs.

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  8. Oi Geyme
    como turista tú és um arrazo!! rs vai lá e confere mesmo ! rs
    ninguem merece uma Bangkok dessas ... rs e olha que parece ser a maior cidade tailandesa ,a capital, nao?
    e os canais? fotografastes? parecem ser interessantes ,tipo Veneza ,ou estou enganada?
    e tem uns castelinhos meio a la Japão cheio de pirâmides , sei lá , o que sei é que quero o outro lado ... rs
    muito boa sua escrita Geyme, morro de rir das suas gaiatices.
    deixo abraços doce escritora e volto
    tenho recebidos sim seus comentários , meu pc é que esteve avariado (?)com vírus pra todo lado aí fui instalar o remédio , ele nao aceitou e me deixou uns dias de castigo,nao pude entrar na minha própria casa .que direi na dos outros? rsrs
    fique bem , parabéns pelo bom texto que nos presenteia e um forte abraço
    e o verão vem aí!! o Rio lógico já em plena primavera com seus soís escaldantes...rock in Rio e mais muito mais !
    abraços

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  9. Seu relato está fantástico! Eu o acompanhei como se estivesse lá. Confesso que os gatos passando e a garçonete mexendo no pé me fizeram arrepiar. Mas que é engraçado ler, não resta dúvida. Há tamanha diversidade nesse mundo!
    Mas sabe que eu não resistiria aos objetos? É fascinante adquirir algo diferente e que nos agrade. Certamente, vai usar e encantar com seu vestido.
    Bjs.

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  10. Olá Geyme,
    Lendo-te, morro de rir. Vá ser turista assim lá na..... Fique estapafúrdia (veja o termo) com o banheiro que mostraste. Até que na foto não está tão ruim assim. Queria ver era a foto de você em pleno "xixi em pé". (risos).
    Continuamos no aguardo de mais notícias da moça viajora e seu maridão.
    Saudades e um grande beijo.
    Maria Paraguassu.

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  11. Ai menina, você me faz rir demais!!!...:)))

    Li tudo o que você escreveu durante a minha ausência, e te digo: seu blog devia ser indicado para quem está com depressão (ia sair daqui curadinho) rsrsrs

    Antigamente, se vendiam nas farmácias por aqui, um "apetrecho", para as mulheres levarem na bolsa, e usarem em banheiros públicos, caso quisessem fazer "de pé".
    Creio que, por falta de interessadas, a mercadoria foi recolhida, e não se ve mais.

    Quanto ao vestido, você nos fica devendo uma foto dele (ou vestida com ele), okey? ;-)

    Beijinhos, e fique bem.

    Tenha um ótimo final de semana.

    Cid@

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  12. Menina, eu achei esse banheiro um luxo!! Pelo visto, vc nunca viajou de ônibus pelo interior do Nordeste do Brasil... Beijo

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  13. @Valmidênio BarrosCaramba, mas eu juro que na foto este banheiro ficou lindao, só pra me desmoralizar!! hahaha Que os raios me partam!!!

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  14. Geyme querida! Que relato bárbaro... Ri tanto que meu marido aqui do lado perguntou o que estava acontecendo!
    Adorei ler sobre suas aventuras nessa "terra de ninguém e de todos"! O importante é que entre barata, gatos, pussies... vc conseguiu se divertir!
    Fiquei morrendo de vontade de conhecer esse país tão cheio de singularidades...
    um beijo grande e até a próxima!

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  15. Geyme ,passei por aqui para rir e sorrir.ADORO esse teu jeito despojado de nos levar aonde as coisas acontecem.
    Beijos no teu coração tão divertido.
    Ando precisando sorrir...

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  16. Oi amiga, nossa as suas aventuras são demais e o seu modo de descreve-las melhor ainda!rs. Me faz rir muito... quando vc falou da barata e da digital no prato de plástico fiquei imaginando a minha mãe aí nessa situação, rs, ela é super encanada com limpeza, e cheia de nojinhos, rs, acho que ela morria!rs. Fiquei curiosa também para ver o maravilhoso vestido que vc comprou aí. Se puder tira uma foto e coloca no blog ou senão manda pra mim ver no meu email, pode ser? Eu adoro artesanato e essas coisas, roupas diferentes. Um grande beijo pra vc, vou ler agora o seu outo post. Mais beijos!

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  17. Ah Geyme, o banheiro não parece ser tão horrível assim, confesso que já estive em alguns bem piores!

    Beijos.

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1. Está vetado o linguajar muito sacana ou ofensivo - salvo exceções bem aceitas, do tipo: xingar o próximo (isso pode!).

2. Se quiser delirar, procure a torcida do flamengo, pois de sacana aqui já basto eu!

3. A gerência de marte agradece a compreensão!

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Qualquer semelhança desse blog com a realidade, é pura cagada.

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