eBooks Amazon

Traduzir Dê Português para Chinês Traduzir Dê Português para Espanhol Traduzir Dê Português para Italiano Traduzir Dê Português para Françês Traduzir Dê Português para Inglês Traduzir Dê Português para Alemão Traduzir Dê Português para Japonês Traduzir Dê Português para Russo
TRANSLATE

Lançamento na Amazon: Diário de um amoral de Geyme Lechner


Querido povo do meu Brasil, morando nele ou não:
Anuncio que Diário de um amoral está disponível no Amazon: 




Apesar de ter terminado “Diário de um amoral” em 2012, ele só está chegando a nosso país agora, pois além de eu ter morado esse período na Alemanha, a obra estava com uma editora de Munique.

Bom, aproveitando a oportunidade de morar no Brasil agora, começo a recuperar aquele brilho de néon para conquistar um lugar ao sol, retomando as atividades literárias, estacionadas há mais de um ano.

Diário de um amoral é a resposta para os meus leitores do blog, aqueles que pintavam sempre aqui, e conheciam apenas meus posts, mas não meus livros, e diziam: "Seus livros devem ser muito engraçados...!"). Mas não. Não eram. Não são. Meus dois primeiros livros são dramas pesados, com um fundo psicológico tão crazy que é quase impossível não fazer o leitor chorar, arrepiar-se, arrancar os cabelos... e até mesmo (algumas vezes) levá-lo a supor que a autora é meio biruta.
Para quem gosta do gênero irônico, debochado, meio “porra louca”, e quer saber mais como se ridiculariza a vaidade e o exibicionismo das pessoas nessa sociedade atual onde a beleza é mais importante que a inteligência (Credo!! Mas juro que é verdade), essa obra promete... Se não mexer com você, certamente mexerá com seu vizinho, amante, cachorro, amigo... Pois ela tem um propósito acidental de mexer nas suas feridas e cutucar os seus calos, queira você ou não.

Diário de um amoral é narrado em primeira pessoa pelo personagem fictício Niki Kraut, um ex-jogador do Bayern de Munique. Fiquem tranquilos! O livro não é sobre bolas (pelo menos não as de plástico), mas sobre o drama que cerca a vida dos machões e suas muitas mulheres, de suas relações mal resolvidas e vividas, das infidelidades, e sobretudo: Da vaidade que cinge o meio onde vivemos e ruminamos, seja ele artístico ou não.


Que tal apresentá-los a sinopse?
Niki Kraut narra suas memórias fora do campo de futebol, antes e depois de jogar para o Bayern de Munique. Seus desafetos e amores, relações e escândalos, são descritos por ele mesmo, sem medo de chocar o público.
Sua primeira mulher o abandona para ir atrás de um homem sem rosto com quem sonha noites a fio. A segunda, tenta exorcizá-lo. A terceira, escreve um livro calunioso a seu respeito. A quarta, tenta matá-lo. Ele tem poucos amigos, é egocêntrico e autodestrutivo, sarcástico e infiel. Esse é o retrato de Niki Kraut, o artilheiro do amor do Bayern de Munique - um dos melhores jogadores de futebol alemão de todos os tempos - que tem sua vida afetada na Liga dos Campeões em 99 ao fazer dois gols contra. 
“Milão ou Madrid, não importa, desde que seja na Itália!”
Desajeitado com palavras, sentimentos e relações amorosas, ele não consegue gostar de ninguém por mais de três meses, tampouco, ser fiel. Sua forma de agir e pensar será alterada quando conhece Cora Grimm, a modelo louca das revistas e namorada de seu melhor amigo, parecida com ele apenas nas diferenças.
Niki Kraut não é o mais bonito dos homens, tampouco o melhor sucedido, mas possui um imã irresistível para as mulheres, tanto para que o amem quanto para que o odeiem.
 ****

PREFÁCIO
Somos todos idiotas

Todo aquele que escreve sobre a própria vida acredita ter uma história interessante para contar. O cara do diário ou da autobiografia - publicada e de preferência: “Não autorizada” - mexe com a vida dele ou com a dos outros, não importa! Ele escreve um monte de baboseiras, sonhando em ficar conhecido e reconhecido. Pensa que conseguirá ajudar o mundo com sua experiência - ou com seus escândalos - ganhará o Nobel, dará entrevistas na TV e tirará proveito de pessoas idiotas (que são tão idiotas quanto ele, só que ainda não sabem). Quando me refiro a “idiota” não pensem que me excluo do grupo fingindo ter uma posição mais inteligente. Não! Temos vocação para a idiotice, isso faz parte do nosso talento! Eu, você, sua família, amigos, os melhores professores que você teve... Ninguém está livre de ser idiota, é o preço que pagamos ao nascer. Na vida, tudo que nasce, logo acaba e morre, menos a idiotice que é eterna, universal e infinita. A idiotice é a única característica humana que não tem preconceitos, não escolhe sexo, nacionalidade, credo ou cor. Somos todos idiotas: quem não é já foi, quem não foi, logo será!
Tem escritores vendendo fórmulas de felicidade em um gênero intitulado “autoajuda”. Malucos vendendo manuais de sexo (as pessoas não sabem mais transar?), pós-morte de gatos e lagartos de estimação, cura para doenças pelo poder da fé, sobre saúde, sucesso e dinheiro. E se engana quem pensa que isso não vende. Os espertalhões estão sempre preparados para enganar porque o povo está sempre preparado para ser enganado. A grande maioria dos escritores que publica um “diário” - cito “maioria” para não ser injusto ao dizer “todos” - sonha apenas em fazer sucesso e riqueza com a porcaria que escreve. Alguns de fato possuem talento, outros pensam que possuem. Todo ser humano é idiota, ao menos, a maioria. Muitos acham que ao escrever um livro deixarão de ser idiotas. Outros acreditam que ler livros também é deixar de ser idiota. Não é verdade, a idiotice faz parte da genética. O talento na arte de escrever um livro é o de menos, importante é enganar idiotas que são mais idiotas do que os idiotas que acham que não são idiotas. Quem consegue fabricar dinheiro com a idiotice alheia é menos idiota quando engana do que quando é enganado.
Há três sentimentos que sinto pelas pessoas: medo, pena e repúdio.
O mundo quer ser célebre, mesmo que seja de forma efêmera, praticando sexo oral com um ator famoso, cantando ópera em concursos de música Pop, queimando a bandeira nacional em comícios públicos, exercitando o polegar em academias para conseguir o dedo mais musculoso do universo, ou colocando próteses gigantescas nos seios - concorrendo com vacas - apenas para serem consideradas as mulheres mais peitudas do mundo... Parece que cada indivíduo acredita ter nascido para brilhar, e que esta é sua função nesse mundo louco em que vivemos: fama, reconhecimento do próximo em seus talentos - mesmo que sejam nulos - prestígio... Definam como quiserem essas tantas palavras que nos remetem a um único significado: vaidade! Experimente desafiar um artista em sua arte, ou somente a própria beleza que, sem esforços, alguns possuem, e terão a resposta venenosa e cruel emitida por seus egos. A síndrome da fama é extraordinária, uma doença que contagiou a todos. A epidemia da beleza faz garotas competirem magreza com espaguete. As mulheres da meia idade já não sorriem (para evitar marcas de expressão), aspirantes a modelo têm perna de alicate e nem vou falar sobre a forma como as testas das mulheres cresceram depois que aderiram a tal da escova (que alisa o cabelo e estica a testa). Não existem mais cabelos crespos? Ondulados? Lisos naturais? Tudo isso é uma conspiração dos salões de cabeleireiros!
Eu já tive fama e ainda tenho. Não sei se fui mais famoso quando joguei pelo Bayern München, ou depois, quando marquei dois gols contra em uma partida decisiva que encerrou minha carreira de forma apressada. Confesso que a notoriedade me fez mal. O indiscreto sucesso me sacaneava constantemente, tanto quando estava por cima como quando estava por baixo. 

Sou contrário ao comportamento humano e as normas de conduta. Eu não gosto de leis sem saber para que elas servem - na maioria das vezes não servem para nada - nem de regras, nem da moral, nem da igreja, dos retrógrados, dos vestidos fechados, de espelhos, de cuecas, da política mundial. Eu não gosto de nada, ou quase nada. Por sorte, eu gosto de mim (eu acho que gosto).
De entrada posso parecer um pouco deprimido, mas não se enganem; garanto que sou um cara engraçado, extraordinário, bom amante - embora uma de minhas ex-mulheres tenha publicado um livro que fala o contrário - não acreditem (ou acreditem, façam como quiserem, não me importa).
Não busco fama ou riqueza com a publicação das minhas epopeias, pois sei que ninguém as lerá. Não escrevi esse diário porque tenho a pretensão de contar algo brilhante, eu o escrevi para me vingar do mundo (na verdade, estava desocupado e queria rebater as ofensas daquela argentina boluda com quem tive o desprazer de casar...). Não tenho a pretensão de ajudar pessoas contando minhas experiências, muito pelo contrário, eu quero mesmo é confundi-las e irritá-las. Eu não estou aqui para agradar ninguém.

PS: Esse “prefácio” - seja lá o que signifique isso - foi o único espaço que encontrei para mostrar minha valentia. As demais páginas deixarão pistas irrefutáveis que não passo de um cagão.
Se você é um fã inveterado de contos de fadas e histórias melosas de amor, sugiro que feche meu diário, procure uma obra do Walt Disney e seja feliz.
Niki Kraut, o artilheiro do amor.

E você, já pegou no livro hoje?

Ebook de Segundas Intenções na Amazon

eBook Best Seller na Amazon: Segundas Intenções

Oi gentem! Tudo certinho com vocês? Eu não poderia estar melhor! Rezemos! J ;)  A promoção dos meus eBooks na A...

Qualquer semelhança desse blog com a realidade, é pura cagada.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Compartilha mais essa asneira também, bro!!!